10 coisas que aprendi viajando sozinha no exterior

Comecei a conhecer o mundo viajando sozinha já faz três anos. Já participei de um tour de ônibus na Europa, que passou pela Alemanha, República Tcheca e Áustria. Fiz duas semanas de curso de idioma na Espanha, além de visitar a Argentina e o Chile. Turistei também pelo Uruguai e Japão. A partir destas experiências, tirei ensinamentos e fiz descobertas. Afinal, viajar também é aprender.

Veja abaixo 10 coisas que aprendi viajando sozinha! Explore e viaje também, sozinho ou não!

1. Se seu inglês anda enferrujado, é legal fazer uma revisão antes da viagem. Outra dica é aprender algumas palavras e expressões básicas do idioma oficial do país que você for visitar.

2. Comprar, por exemplo, passagem e passe de trem antes de viajar sai mais barato. Para percorrer trechos de trem na Espanha, você pode comprar a passagem no próprio site da Renfe, empresa ferroviária, ou em páginas de agências de turismo (que cobram uma taxa de administração, mas têm mais opções de horários que a Renfe).

No caso do passe, a Japan Rail (JR) oferece o JR Pass que inclui viagens de trem bala e vale apenas para turistas no Japão. Paguei cerca de R$ 1.400 no de 21 dias (corridos) – para se ter uma ideia, somente o trecho comprado avulso de Tokyo para Kyoto sai em média R$ 340 (!). Vale muito a pena!- Veja aqui o passo a passo parar tirar o visto para o Japão!

3. Ficar em hostel (albergue) tem muitas vantagens. Dá pra economizar com o valor da hospedagem e comida, e ainda tem certo conforto. Você também pode conhecer pessoas de vários lugares do mundo. Além disso, no geral, o pessoal que trabalha na recepção é simpático e se mostra gentil ao te ajudar e dar dicas.

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– Confira dicas para quem viaja sozinho!

Naha Okinawa

A vista de frente do hostel Sora House, em Naha, Okinawa (foto: Tatiana Maebuchi)

4. Pra se garantir, é melhor ter dinheiro (vivo), cartão de crédito e cartão pré-pago oferecido por bancos, casas de câmbios e agências de viagem. Cada um tem uma função específica. O dinheiro serve pra pagar pequenas compras ou quando é a única forma de pagamento aceita. O crédito é vantajoso se oferece programa para acumular milhas.

Já o cartão pré-pago é útil para saques (mesmo com taxas altas cobradas pelo banco, é mais seguro que carregar muito dinheiro) e pagamentos em débito. Outra vantagem é que é possível negociar o câmbio na compra de moeda estrangeira, já que hoje se cobra a mesma taxa de 6,38% de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) tanto no cartão de crédito quanto em operações de câmbio.

moeda estrangeira cambio

5. O seguro viagem é importante. Alguns tipos de cartão de crédito oferecem cobertura internacional que pode ser usado em viagens dentro da América Latina. Porém, os Estados Unidos e países da Europa exigem um valor mínimo que é acima do valor coberto pelo cartão. Assim, é necessário comprar em agências de viagens.

Quando fui ao Japão, fiz um seguro, porque fui esquiar e não queria me preocupar com despesas de hospital se acontecesse algum acidente.- Aqui tem mais dicas úteis de viagem! 😉

6. Uma mala e uma mochila são suficientes como bagagem. No meu caso, também acho necessário ter uma bolsa. Uma dica importante é não levar muitas coisas pra caber as compras e as lembranças da viagem e também não ultrapassar o limite de peso (depende da empresa aérea e do destino).

Uma mala só dá menos trabalho pra se locomover, ainda mais se for andar de transporte público, tendo de levantar o peso pra embarcar e por escadas fixas. Tenho uma de rodinha que gira em 360º, o que é ótimo, mas não nesses casos que acabei de citar. Para quem prefere carregar o dinheiro de um jeito bem seguro, indico o porta-dólar. Pode ser brega e incômodo, porém, funciona.

– Confira aqui dicas de como fazer a mala para uma viagem internacional.

7. Vivenciar o lugar é uma experiência interessante. Com mais tempo, você tem a oportunidade de conhecer tudo que quiser sem pressa, desde restaurantes locais até pontos menos turísticos. Depois, pode revisitar os locais de que gostou mais.

8. Excursão pode ser mais cômodo por você ser guiado pelo roteiro pronto, mas viajar por conta própria é bem mais legal. Você pode escolher os passeios e horários, além de ter outra visão do lugar e ter uma experiência única.

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Hotel Sacher Viena Áustria

9. Fazer compras no exterior compensa bastante. Mesmo com dólar alto, muitos itens são ou saem mais baratos que aqui no Brasil. Sem contar que a qualidade é melhor. Vale a pena trazer roupas, eletrônicos, calçados e maquiagem.

Já o duty free de outros países me pareceram ter preços mais atraentes (principalmente se for perfume), além de disponibilizar produtos que não são vendidos no aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, São Paulo. Geralmente, pesquiso no site do free shop daqui antes de viajar para comparar preços.

– Este é um dos motivos para se fazer uma viagem internacional. Saiba mais aqui! 😉

10. Ser brasileira descendente de japoneses confunde os estrangeiros e até os próprios brasileiros. A maioria pensa que sou chinesa. No Japão, muitos imaginavam que fosse de lá e falavam rápido na língua materna deles. Leia mais na série Diário de Bordo.

E você tem alguma experiência pra contar? O que aprendeu viajando sozinha/o pelo mundo?


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