Viajo sozinha, sim!

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Esta é a linda vista que se tem em Viña del Mar, no Chile (foto: Tatiana Maebuchi)

Até hoje, a maioria das vezes que viajei fui sozinha e por conta própria, planejando tudo, desde reserva de acomodação, compra de passagem aérea até pesquisa de passeios, transporte, etc. E assim já visitei alguns países em viagens solo: Argentina (Buenos Aires) e Chile (Santiago, Valparaíso e Viña del Mar), Espanha (Toledo, Segóvia e Barcelona), Uruguai (Montevidéu) e Japão (Okinawa).

Pra dizer a verdade, existe o medo, sim, na condição de mulher. Mas em qualquer lugar, no Brasil ou em outros países, até no Japão que é considerado bastante seguro. Mesmo hoje em dia a mulher é vista como um ser frágil, um alvo fácil.

Mas… O medo paralisa e nos impede que façamos o que queremos ou lutemos para realizar nossos sonhos.
Você vai deixar de ter o prazer de viajar por medo?
Medo de algo que é uma possibilidade e não uma certeza?

A chave é ter sempre cuidado, estar atenta. Poderia dizer que é um mar de rosas viajar sozinha, mas não é. (Nem sozinha nem acompanhada.) Eu mesma fui vítima de furto em Madri, no dia em que cheguei lá, e ainda tinha mais duas semanas pela frente. Furtaram minha carteira que estava na minha mochila, que eu carregava nas costas. Num minuto de distração, abriram e levaram minha carteira.

» Confira dicas para quem viaja sozinho!


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Na viagem solo a Buenos Aires, fiz um passeio agradável pela Puente de la Mujer (foto: Tatiana Maebuchi)

A parte ruim é que levaram uma quantia em dinheiro e cartão de crédito, que ia usar pra fazer compras no free shop na volta. Além disso, nem foi na rua, foi dentro de um estabelecimento comercial, onde não ofereceram qualquer ajuda, só recomendaram ir até a polícia para fazer um BO.

Já a parte não tão ruim é que, pra minha sorte, meu cartão pré-pago eu tinha acabado de usar e guardei em outro lugar, fora da carteira.

Perdi um tempo fazendo o registro da ocorrência e o policial que me atendeu foi sincero em dizer que dinheiro não tem como recuperar. A gente até sabe disso. Ouvir é que é difícil. Aí é que a realidade dá um tapa na nossa cara.

Bateu um desânimo.
Me senti mais sozinha.
Meus pais ficaram preocupados.
Pensei que não fosse gostar mais da viagem nem do país. Mas cancelar a viagem era algo que não queria fazer, afinal, tinha feito todo o planejamento e tinha muita vontade de conhecer lá.

Tirei uma lição deste ocorrido. Passei a ficar mais mais atenta e não aconteceu de novo.

» Veja minha lista de coisas que aprendi viajando sozinha.

E aí, nos anos seguintes, ainda viajei três vezes para países diferentes. E digo que valeu muito a pena.

Enquanto o medo nos paralisa, a coragem nos move.
Não é possível viver com medo, porque viver pela metade (ou menos) não é viver.

» Leia mais relatos da série Diário de Bordo! 😉

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